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Categoria De Mãe pra Mãe

Bicicletas sem rodinhas: filhos crescidos

Hoje me toquei que Nina e Maitê não são mais bebês. Pode rir, eu sei que é engraçado o que vou dizer. Mas o fato é que o símbolo dessa descoberta…foram as bicicletas sem rodinhas que eu encontrei na garagem!! Por um minuto eu olhei para aqueles dois objetos e um filme passou na minha cabeça. Bicicletas são símbolos Elas nasceram ontem e hoje andam de bicicletas sem rodinhas. Não

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Vacinas: alguns pais são contra!

As minhas filhas recebem todas as vacinas do calendário. Tudo dentro do prazo. Tudo como manda o figurino. Me dá arrepios imaginar que eu possa esquecer alguma e, por isso mesmo, estou sempre de olho na carteirinha. Pensei que todos os pais fossem iguais. Que isso fosse praxe. Engano meu! Dia desses fui surpreendida com a informação de que o movimento antivacinas cresce a cada dia no mundo! Europa, Estados Unidos

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Luxo: ser dona do próprio tempo

Já contei aqui que durante muito tempo achava minha vida um luxo. Trabalhava no que eu gostava. Tinha uma família me esperando numa casa linda. Tinha carro do ano. Bolsa cara. Roupas com nome e sobrenome. Até que um dia eu descobri o verdadeiro significado da palavra luxo. E, pasme! Não tinha nada a ver com aquilo que eu acreditava! Luxo??? Meu trabalho era o que eu gostava sim, mas

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Escola bilingue: 5 dicas para ajudar a escolher

Não adianta negar. Falar inglês é importante. Essencial para o futuro dos nossos filhos. Tanto que esse foi um dos motivos da nossa mudança para os EUA, inclusive. Infelizmente, nem todo mundo pode fazer o mesmo. Mesmo assim, a maioria dos pais quer ajudar as crianças a se relacionar com a língua inglesa. Mas como escolher a melhor escola bilingue? Escola bilingue: escolha com cuidado! Uma das principais características de uma

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Suicídio, bullying, depressão

Dia desses falei aqui sobre um jogo/desafio que pode levar os adolescentes ao suicídio. Hoje quero falar sobre o bullying e a depressão, que também podem terminar em tragédia. Aparentemente são assuntos diferentes. Mas podem ter o mesmo desfecho. Porque nos três casos estamos falando de jovens que ainda não sabem lidar com desafios ou provocações. Que tem necessidade de ser aceitos. Que podem achar mais fácil resolver um problema de um jeito

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Perigo: jogo da baleia azul

Pare tudo que você estiver fazendo. Tenha você filhos ou não. Sejam eles adolescentes ou não. Vou falar de um tal jogo/desafio da baleia azul que representa um perigo de vida para os adolescentes. Disputado pelas redes sociais, essa nova moda propõe desafios macabros aos participantes. Que tal se eu te contar que as etapas tratam de automutilação e queimaduras (feitas de maneira proposital) e até suicídio? Como tudo que é

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Celular: o mal da nossa geração

Não sou viciada, como muita gente. Mas estou longe de ser desapegada – como outras tantas pessoas. O celular faz parte da minha vida e do meu trabalho sim. Ponto final. Também gosto de ver meus amigos nas redes sociais. Amo mandar fotos das minhas pequenas para a família. A questão é: quando exageramos na dose no uso do aparelho a ponto dele atrapalhar e não mais ajudar? Quais os sinais

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Carta de mãe para filha

Era pra ser um post engraçadinho. Eu ía contar sobre uns cartazes fofos que Nina deixou no portão de casa, para os vizinhos. Mas mudei de ideia ao ver que ela descreve nossa família e seus gostos nesse papel. Ela diz lá que gosta de ler. Que Maitê e o papai gostam de brincar. E que eu gosto de TRABALHAR. Pois bem. O post engraçadinho vai dar lugar a uma

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40 anos: que idade é essa?

Hoje uma amiga completa 40 anos. Nos encontramos semana passada e ela estava chocada. “Como o tempo voou!” disse ela. Segundo essa minha amiga, um dia ela tinha 18 anos. Piscou. Fez 40. “Você também sente isso?”, perguntou ela. “Sinto”, respondi, às vésperas dos 42 anos. E fui pra casa pensando. Sinto isso sim. Mas acho que sinto muito mais. 40 anos tudo muda Sinto que ao fazer 40 anos

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Separação dos pais é tema de conversa

Nina chegou em casa essa semana com um pedido estranho. “Nunca quero que vocês pensem em separação, mamãe!”. Eu, que estava atolada em prazos e projetos num primeiro momento nem levantei os olhos da tela do computador. De repente me toquei do teor da pergunta. “Oi? Como assim, filha?”, perguntei, já indo até ela. Separação e medo Ela estava angustiada. Uma amiga da classe tinha contado da separação dos pais

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