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Categoria De Mãe pra Mãe

Come tudo, vó!

Engraçada a vida. Ainda outro dia eu era uma criança brincando no sítio da minha avó Lorena em Valinhos, interior de São Paulo. Passávamos lá quase todos os finais de semana e a maioria das férias. Éramos em 8 primos, uma farra só. O sítio tinha piscina, parquinho, galinhas, horta, pomar, cavalo. E muita comida na mesa sempre. “Come tudo”, era a frase que minha avó mais repetia. Nem precisava.

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Desejo de grávida: não tive!

Eu não tive desejo de grávida. Em nenhuma de minhas gestações. Não senti vontade de comer sorvete com sopa de tomate nem melancia com carne moída. Nunca acordei no meio da noite pedindo pro meu marido comprar sanduíches malucos ou fazer milkshakes doidos. Não aconteceu nada de diferente com meu apetite. Desejo estranho Mas sei de gente que tem tudo isso. Que sonha com comidas exóticas. Que perturba o marido

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Carta para grávida recente

Essa é uma carta para grávida que acaba de fazer o exame da farmácia. Não sabe ainda se está esperando menino ou menina. Não contou para ninguém a novidade. Enquanto isso, fica imaginando como será ter uma barriga enorme. Um ser humano com a sua cara. Ou a do marido. Ou a da sogra. Que ainda não tem enjôo nem desejo mas, como “todo mundo tem”, decidiu pedir sorvete para o

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Elas fazem o que quiserem comigo!

Tem dias em que estou com uma unha de cada cor. Em outros tenho “tatuagens” feitas de canetinha nos braços, pernas, pescoço. Tem aqueles ainda em que vou para o trabalho com band-aid da Barbie, dos Trolls, da Minnie nos dedos. E por aí vai. Não estou nem aí. Isso tudo é obra das minhas filhas e elas fazem o que quiserem comigo sim!!! Elas mandam! Podem me chamar de

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Pequenos cidadãos do mundo

Se alguém me perguntasse hoje como são os pequenos que mudam de país eu diria que são cidadãos do mundo. São pessoas mais desapegadas. Menos enraizadas. Que se despedem mais fácil. Que se acostumam mais rápido. Que estão prontos para encarar qualquer novidade sempre. Que não se assustam com mudanças. É isso. Acho que o maior aprendizado que um pequeno leva para a vida depois mudar de país é aprender a gostar

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Noite picada acaba comigo

Minhas últimas noites não tem sido das melhores. Nina acorda e vai pra minha cama. Me acorda. Deita. Dorme. Minutos depois me chuta. Eu acordo. Durmo de novo. Ela coloca a mão no meu rosto. Acordo de novo. Durmo. E por aí vai. E esse tipo de noite acaba com meu dia seguinte. Com minha semana. Com minha saúde. Noite picadinha Os motivos são vários. Medo do escuro. Pesadelo. Carência.

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Liberdade não tem preço

De tudo que me motivou a mudar para os Estados Unidos o principal foi a liberdade da minha família. Liberdade para sair na rua a qualquer hora do dia. Para andar de carro com o vidro aberto. Para viver sem medo. É isso. Cansei de sentir medo de virar estatística. Mais: cansei de fazer parte de uma geração que blinda os filhos. Liberdade! Decidi falar sobre isso depois de ver

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Honestidade e crianças pequenas

“Estou bonita?”, pergunto. A resposta é rápida: “Médio”. E ela vem, cheia de honestidade, de alguém que tem sete anos. De alguém que ainda não aprendeu a mentir, nem que seja pra agradar o outro. De alguém que diz o que pensa. Não achou bonita e pronto. Ponto final. E eu que durma com esse barulho. Ou com toda essa honestidade. Honestidade em primeiro lugar A conversa acima aconteceu numa manhã comum.

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Lei para salvar crianças

Mais duas crianças morreram depois de serem esquecidas no carro durante o sol quente semana passada. Os casos aconteceram no Arizona, Estados Unidos. Não vou entrar no mérito da questão. Não sou ninguém para julgar esse tipo de coisa. Mas o fato é que, segundo especialistas americanos, houve um recorde no números de mortes de crianças em carros quentes este ano. E os Defensores das Crianças querem desenvolver uma lei para impedir

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Meu pai, queria estar aí…

Meu pai não é um cara fácil. É bravo. Exigente. Sempre cobrou muito de mim e do meu irmão. Sempre exigiu notas altas, empenho, dedicação. Sempre puniu erros com castigos. Sempre fez a gente entender que  nada cai do céu. Fez a gente aprender o que era compromisso, responsabilidade e hierarquia desde cedo. Meu pai Mesmo assim meu pai sempre foi o tipo de pai que as minhas amigas invejavam.

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