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Categoria De Mãe pra Mãe

Nem tudo é urgente!

Te mandei email há cinco minutos e você ainda não respondeu. Te chamei no whats, você visualizou e ainda não respondeu. Te mandei in box no face, no insta, no twitter…e você ainda não respondeu. Gente, que mundo é esse em que as pessoas querem falar qualquer besteira com você e acham que tem que ser atendidas na mesma hora, pelo simples fato de que: te mandaram mensagem! Quer dizer

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“Para estar junto não é preciso estar perto. E sim do lado de dentro.”

Ter filhos é ter casa bagunçada!

Essa semana minhas filhas não têm aula na escola por causa do feriado de Thanks Giving o que significa que a casa ficará uma zona, com o perdão da palavra. É assim nos feriados, finais de semana, férias. É assim quando elas estão em casa. Na verdade é assim desde que nasceram. Pra resumir eu acho que ter filhos é ter casa bagunçada! Não que eu seja do tipo que

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Não quero que você morra, mamãe!

Semana passada, quando liguei do Brasil pra falar com minhas filhas e dizer que em 3 dias estava voltando pra casa, Nina perguntou: “mas e se o avião cair e você morrer?”. Disse que o avião não ía cair e eu não ía morrer (ainda bem que não aconteceu,aliás!!). Ontem, ao ir buscá-la na escola, o assunto voltou a pauta: “mãe, eu chorei hoje pensando que se você batesse o

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Famílias mudam tudo!

Desde que comecei a escrever esse blog, com a intenção de dividir minhas experiências e continuar em contato com as pessoas que gostam de mim no Brasil, comecei a receber relatos, quase que diariamente, de outras famílias que fizeram a mesma coisa: “embalaram a casa”e partiram em busca de um sonho. São “Famílias Mudam Tudo”. Histórias tão ou mais inspiradoras que as minhas que, a partir de agora, quero  compartilhar

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Matei a saudade de mim!

Se você é mãe, como eu, responda sinceramente: às vezes você não sente falta…de você? Não sei bem explicar essa sensação mas, se você é mãe, vai me entender mesmo assim. E vai entender quando eu disser que esses dias que fiquei longe de casa foram difíceis por causa da falta que senti das meninas e do Gui, mas importantíssimos porque eu matei a saudade…de mim! Que louco isso, né?

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Nina cresceu!

Ainda ontem ela nasceu. Pequeninha, levinha, chorando muito, mamando rapidinho. Olhava pra ela e pensava no milagre da vida, em como era possível que aquele ser tão perfeito tivesse saído da minha barriga. Ainda no hospital, logo depois do parto, eu pegava ela no colo e ficava tentando imaginar o futuro. Pois bem, num passe de mágicas 5 anos se passaram. O futuro chegou. Nina cresceu tanto que essa semana

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Um paizão de verdade

Eu sempre soube que ele seria demais como pai. Tem jeito com criança, paciência, gosta de brincar. Mas ele me surpreende a cada dia. Meu Gui é um paizão de verdade! Graças a Deus! Viajo muito a trabalho e ele sempre ficou com as meninas, e isso desde que a gente morava no Brasil. Mas, na maioria das vezes, tínhamos babá, empregada, família perto. Se ele precisasse de alguma coisa

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Puxão de orelha na Pugliesi

Não conheço a Gabriela Pugliesi e não tenho nada contra ela. Pelo contrário. Acho uma menina linda e  morro de inveja daquela barriguinha sarada! Também admiro seu faro para negócios e para publicidade. Mas, como mãe, estou triste com ela.  Como mãe, eu daria um puxão de orelha na Pugliesi! Isso não tem nada a ver com a vida amorosa da blogger. Também já tive a idade dela e errei

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As temidas perguntas dos pequenos

Com um pedacinho de pau Nina cutucou uma abelha que parecia morta. O bichinho se mexeu. Nina, toda feliz, correu me dizer: “ela estava morta e desmorreu, mamãe!”. Expliquei que aquela abelha, na verdade, estava viva já que,  se estivesse morta, não “desmorreria” nunca mais. Pronto. Foi o que ela precisava para perguntar: “mas se a gente nunca mais acorda depois de morrer,  pra onde a gente vai? Como é

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