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Viagem com crianças não é pra ser sinônimo de stress!

Muita gente me acha maluca, mas minhas pequenas viajam muito desde muito cedo. De carro, de trem, de avião. Como mamava no peito e eu ía trabalhar, Nina voou pela primeira vez, com 6 meses, rumo a Salvador. Maitê manteve a “tradição familiar” e foi com 5 meses para Goiânia me acompanhar num evento (eu morria de medo delas experimentarem a mamadeira e não quererem mais mamar!). Além do Brasil fomos muito ao exterior. Sou do tipo que carrega a família toda quando embarca a trabalho ou lazer! Tem viagem com crianças que é mais trabalhosa, confesso. Outras mais simples.  Pra nossa família e para os demais passageiros! Sim, porque além de me preocupar com as minhas filhas, me preocupo com o bem-estar das pessoas que estão no assento ao lado. Nada pior do que viajar com crianças que choram o vôo todo, chutam a poltrona da frente e não deixam ninguém dormir, não é? Mas o que determina essa diferença?

Pois bem, minha experiência diz que o sucesso da viagem depende de muitas coisas mas, principalmente, de planejamento. Eu explico. Já precisei pegar o avião de última hora e, na pressa, me esqueci de ítens essenciais. Em compensação, quando fomos aos Estados Unidos pela primeira vez, tive tempo de comprar tudo com calma, pensar e repensar as malas. E essa calma se refletiu no vôo.

O mais importante, na minha opinião, é uma mala de mão caprichada, pra dar conta das horas em que ficamos trancados, sem acesso a farmácia ou supermercado. Na minha eu procuro colocar de tudo um pouco (ela é enorme!!): coisas para comer, para facilitar o soninho das meninas, para brincar e para emergências. Dá só uma olhada no meu “kit sobrevivência”:

Farmacinha (sempre levo um remédio para enjôo e outro para febre)

uma troca de roupa (que eu SEMPRE acabo usando porque elas derrubam tudo!);

brinquedos silenciosos (ninguem merece um brinquedo que toca no meio da madrugada);

comidinhas (nada de bolacha recheada ou outra coisa que faça muita meleca! Eu sempre prefiro biscoitos de polvilho, bolacha Maizena e garrafinha de água em vez de suco);

livros de desenho para colorir e giz de cera (que não suja a roupa nem as poltronas);

travesseirinhos (levo o que elas estão acostumadas);

naninhas (as minhas pequenas não dormem sem elas);

cobertores (o avião é gelado e nem sempre o cobertor que as comissárias entregam é suficiente);

casaco confortável ;

meias;

lencinhos umedecidos.

Sei que parece exagero, mas garanto que esse foi o jeito que eu encontrei da minha viagem com as meninas ficar mais “leve”!Rs! Escrevo isso depois de começar a montar a mala de mão que vai com a gente para os Estados Unidos. Sim, falta tempo, mas o planejamento é essencial, lembra?

4 Discussions on
“Viagem com crianças não é pra ser sinônimo de stress!”
  • Paty, sucesso na sua nova caminhada. Também sou jornalista, mas minha área é política rsss. Morando em Brasília, não seria diferente.
    Tenho um pequeno de 3 anos e as viagens levo tudo mesmo rssss. Estou programando ir à Disney no próximo ano com ele, mas ainda são planos.
    bjos para vc e toda a família.

  • Adorei a novidade e os posts, muito legal! ! Já acompanhava vc no Instagram agora vou acompanhar aqui tbm, confesso que estava curiosa pra saber mais sobre sua mudança, acabei de ler todos os posts e adorei todos, parabens! ! Estou torcendo pra que tudo de super certo pra vcs, bjus.

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