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Morar nos EUA: nem tudo são flores

Morar nos EUA é uma delícia. A vida aqui é prática. Simples. As coisas funcionam. Andam. Existe segurança. Mas, não se engane, nem tudo são flores.

Morar nos EUA é dose às vezes…

A saudade é o que mais machuca. Da família, dos amigos. Do barzinho perto de casa. Do clube. Do restaurante preferido. Do por-do-sol no sítio da infância. Do bolo na casa da avó. Do papo com a mãe antes do almoço de domingo. E de tantas outras coisas…

Mas nem tudo é ruim para quem vem morar nos EUA. Tem coisas que são mais ou menos. Por exemplo, participar do aniversário da melhor amiga por FaceTime é bom, porque você não perde a festa. Mas ver tudo pela tela do telefone não é a mesma coisa.

Conhecer o filho do primo por skype rola, dá pra ver a carinha, com quem é parecido, se puxou os olhos do pai ou da mãe. Mas e o cheiro? O toque? Sentir o bebê no seu colo? Nada disso é possível a distância.

Conversar com o pai por whatsapp também dá tudo certo. Mas e o abraço, o beijo, a presença? A tecnologia resolve a parte prática, mas não a sentimental.

Apesar de tudo isso morar nos EUA tem uma parte muito boa. Maravilhosa, eu diria. Tem a segurança. Tem a liberdade. Tem o fato de se olhar pro horizonte e enxergar milhares de possibilidades. Pra você, pros seus filhos. Tem a justiça. Tem a cidadania. Tem o futuro.

De qualquer maneira, como eu disse em outro post, não existe país perfeito. Vida perfeita. Escolhas representam também renúncias. Ganhamos de um lado e perdemos de outro.

O que existe são possibilidades, mas você tem que estar preparada para o lado bom, o mais ou menos e o ruim de cada uma delas. Se você souber colocar tudo isso na balança a vida pode ser bem melhor.

 

Photo By: Grazi Ventura
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