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Redes sociais são o mal da humanidade?

Eu adoro usar a redes sociais mas, ultimamente, ando com preguiça. Antes de postar algo no meu perfil penso mil e uma vezes. Não acho que tenha que ser assim. Mas, como eu disse, ultimamente tem sido. E por quê? Porque eu nunca vi tanta gente problemática num único “lugar”como acontece no Instagram, no Facebook e no Twitter. Está aí mais um motivo de eu questionar liberar minhas filhas para participar disso (assunto para outro post).

O fato é que não sei se é vontade de aparecer. Ou falta do que fazer. Sei lá se é recalque. Juro que eu não sei. Mas o que eu sei é que estou cansada dos comentários absurdos que ando vendo. Não só nas minhas contas, mas nas de muitas pessoas que eu conheço. Nossa, é tanta grosseria, tanta falta de interpretação de texto que me dá vontade de cancelar tudo e proibir minhas filhas de terem acesso às redes sociais.

Redes sociais são o mal da humanidade?

Veja o que aconteceu ontem, por exemplo. Postei uma homenagem ao meu querido amigo Ricardo Boechat com quem trabalhei anos na TV Bandeirantes. Como todo mundo sabe ele morreu num acidente de helicóptero bizarro ano passado. Deixou mulher e 6 filhos. Uma mãe velhinha. E muita saudade, como todo mundo que é querido deixa quando parte. E deixou muita dor também, porque era novo, teve uma morte besta, enfim…coisas que a gente não explica.

Nos comentários do meu post muita gente se manifestou dizendo ser fã do Boechat, dizendo sentir saudade, o que era óbvio que aconteceria por tudo que falei acima. Mas o que me chamou a atenção foram as pessoas que escreveram: “ah, só porque morreu agora é santo”(OI??????); ou as que perguntaram se ele era petista (OI, OI, OI??????).

Eu bem que tentei…

Claro que como jornalista que sou primeiro tentei argumentar. Disse que nunca tinha falado que ele era santo. Que não sabia qual o partido dele. E que, inclusive, nada disso vinha ao caso naquele momento ou até quando ele era vivo. Afinal, amigo a gente escolhe por vários motivos e ele eu escolhi pela maneira generosa com que sempre me tratou. Porque eu o admirava como profissional. Porque ele era um paizão. Pronto. Pra mim bastava. Se ele era de centro, esquerda ou direita era problema dele. Se não era santo também.

Mas não adiantou. Os haters continuaram invadindo minhas redes sociais com ódio. Com comentários nojentos. Maldosos. Ou seja, eu fui obrigada a bloquear cada um deles. A apagar os comentários. Porque essa pessoa que eu homenageava tem família. Tem amigos. E eles não merecem ver nada disso. Que bom que a maioria se manifestou com carinho. E foram eles que tiveram seus comentários aceitos e aprovados. E que me fazem continuar nas redes sociais. Por enquanto.

 

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