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Caçula da mamãe cresceu

Minha caçula completa seis anos hoje. Sim, é daquele nenê que nasceu ontem mesmo que eu estou falando. Daquela criancinha que até outro dia não sabia falar nada além de mamãe. Daquele pingo de gente que mamava no meu peito milhares de vezes por dia e dormia profundamente depois, sem dar trabalho nenhum. Pois eu pisquei e olha ela aí, fazendo seis anos!

Caçula linda

Que maluca é vida da gente…há seis anos eu deixava Nina em casa com a babá e seguia com o Gui para o hospital para dar a luz sem saber que criança seria essa que eu colocaria no mundo em instantes. Quem seria a caçula da minha família? Seria uma menina doce como a Nina e o pai ou maluca como eu? Seria uma princesa ou uma moleca? Loira ou morena? Alta ou baixa? Gordinha ou magrinha?

Só quem já deu a luz sabe quantas coisas se passam na cabeça de uma mãe momentos antes do parto. Já deitada na maca, a caminho do centro cirúrgico (sim, ela nasceu de cesárea), esqueci todas essas questões. Passei então a me concentrar em como eu QUERIA que fosse a minha caçula. Queria uma menina com saúde. E nada mais. O resto era detalhe, não importava. Se fosse saudável já ficaria realizada. E ela veio como eu pedi! E veio num parto rápido. Mas emocionante, como foi o da Nina. E como são partos em geral.

Pegar minha caçula nos braços ainda sujinha e colocá-la no peito para mamar foi uma das experiências mais inesquecíveis da minha vida. Enquanto ela sugava o bico eu agradecia a Deus. Ela era forte, bonita, cheia de vida.

Quantas aventuras viveríamos juntas a partir desse dia. Quantos aprendizados ela me daria. Quantas alegrias. Isso eu não tinha a mínima ideia. Mas hoje, ao “voltar a fita”e visitar os seis últimos anos da minha vida eu só posso dizer: é muito mais do que eu mereço, filha! Parabéns e obrigada por ter me escolhido para ser sua mãe!

 

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