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Birra: acontece com todo mundo

Eu também achei que minhas filhas jamais se jogariam no chão do supermercado se eu não comprasse sorvete. Eu também achei que elas comeriam legumes se eu as ensinasse desde bebê. Eu também acreditei que elas entenderiam que só podem comer doces nos finais de semana. Mas aí eu tive filhos. E conheci a BIRRA.

Essa palavrinha pequenininha tem um poder enorme. Trata-se de uma arma que os filhos usam contra os pais. Não quero comer? Faço birra. Quero sorvete antes do almoço? Faço birra. Quero ficar acordado vendo desenho em vez de dormir? Faço birra. E, acredite em mim, essa arma infantil está espalhada por todos os cantos do mundo. Onde existe uma criança a praga está junto.

Birra: toda criança faz!

Não se deixe enganar por jogadas de marketing tipo “crianças francesas não fazem birra”. Fazem sim. E as japonesas, tailandesas, nigerianas, americanas, guatemaltecas. Todas fazem a mesma coisa para conseguir  o que querem.

Mas o que fazer contra esse recurso dos pequenos? Existem muitas teorias. “Não se submeta”, dizem os mais velhos. “Saia andando quando ele se jogar não chão”, completam. Os mais paz e amor sugerem longos diálogos. Os mais rígidos preferem castigos. “Se jogou no chão? Vai ficar sem Ipad hoje”. E por aí vai…

A questão é que não existe ciência exata contra essa tal. Nem os melhores cientistas que descobrem vacinas e curas para doenças chegam a uma conclusão quando o assunto é birra. Por isso decidi fazer esse post. Pra você que é pai, mãe, avô, avó, tio, tia, madrinha, padrinho, não se sentir só. Estamos todos no mesmo barco, lutando contra essa estratégia dos soldados mirins.

Na minha casa eu já tentei diversos métodos e, por enquanto, nada deu resultado. Sigo experimentando tudo que me sugerem, tudo que me indicam. Tudo que já deu certo com os outros. Mas a birra ainda está vencendo a batalha.

 

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