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Amigo imaginario: minha filha tem!

Elektra. Ou algo do tipo. Confesso que não guardei o nome. Guardei apenas a carinha da Nina me contando  da amiga que ela tem e ninguém vê. Só ela. Sim, minha filha tem um amigo imaginario. Segundo ela é uma menina com quem ela conversa todos os dias. Que a ajuda na hora de fazer a lição. E que outro dia, inclusive, “soprou” para ela algumas respostas num teste de matemática. Oi????

Amigo Imaginário: dilema do momento!

Confesso que não soube lidar com a notícia. Sempre achei fofo esse papo de amigo imaginario, mas quando é na casa da gente é diferente. Sei lá de onde vem isso. Seria imaginação? Seria um espírito que só ela vê, como no filme? Que medo! Enfim, o fato é que agora Nina anda com essa amiga pra lá e pra cá. Precisa de um prato pra ela, uma toalha, um espaço na cama. Oi????

Como não sabia o que fazer, como reagir diante disso, resolvi pesquisar e descobri que o amigo imaginario pode ser uma maneira de lidar com lacunas de relacionamento. Um jeito da criança de entender seus próprios sentimentos ou uma situação que está vivenciando como, por exemplo, uma mudança de escola (não é o caso, portanto, pode ser outra coisa). Segundo especialistas esse companheiro pode assumir várias formas – pode ser um menino, menina, urso, boneca, cachorro – e servir à criança para distrair, brincar, brigar…

Amigo imaginario e pronto

Enfim, não há o que fazer e já percebi que quanto mais intrigada eu fico, quanto mais atenção eu presto a essa novidade, mais ela inventa. Por isso hoje decidi que vou fingir que nada está acontecendo. Não vou alimentar, perguntando e olhando, nem ignorar ou reclamar.

Se a Elektra vier passar o final de semana com a gente vai ser muito bem recebida. Vai ter prato na mesa pra ela, lugar no sofá. E vamos ver quanto tempo dura esse papo de amigo imaginario!

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